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Google Glass agora pode ser usado com lentes corretivas

3025398-slide-s-5-how-isabelle-olsson-made-google-glass-beautifulImagem: Divulgação

Agora quem precisa de lentes corretivas também pode usar o Google Glass. A empresa lançou uma nova coleção de armações que permite a personalização do produto, e entre as possibilidades está a de acoplar o mecanismo a esse tipo de lente.

Essa coleção, chamada Titanium, conta com quatro modelos, sendo que todos podem servir como óculos corretivos.

Cada armação custa US$ 225, mas você tem de ter um Google Glass, que custa mais US$ 1,5 mil e só está a venda a algumas pessoas por aqui.

 

Fonte: Olhar Digital

Google Glass ganha aplicativo que faz tradução instantânea de idiomas

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Imagine estar em um país que fala uma língua totalmente diferente do português e que você não entenda. Qual a solução? Buscar um dicionário? Pedir ajuda a um amigo? Contratar um tradutor? Não, nenhuma das alternativas. Basta olhar para o canto superior direito e dizer “Ok, Glass. Traduza isto”. Esta será uma das funções empregadas nos óculos de realidade aumentada do Google, que acabam de ganhar um aplicativo de tradução.

Segundo o All Things D, o Google Glass terá um app chamado Word Lens – já disponível para Android e iOS –, que funciona da seguinte maneira: primeiro, o usuário fala o comando que corresponde à tradução de idiomas e seleciona qual deles quer traduzir. Depois, se posiciona em frente à placa ou frase e, instantaneamente, a ferramenta exibe na tela ao lado o trecho selecionado na língua nativa da pessoa.

Cada idioma cadastrado no Word Lens possui um vocabulário com mais de 10.000 palavras, armazenadas localmente no Google Glass assim que o usuário baixar o aplicativo. Além disso, o recurso precisa estar conectado à internet para funcionar, assim como a maioria dos apps liberados para os óculos da gigante de Mountain View.

No entanto, essa política de estar sempre conectado deve mudar, já que o Google anunciou um novo sistema para facilitar o trabalho dos desenvolvedores de aplicativos. No lugar do Mirror API (que só permite criar softwares online), entra o Glass Developer Kit (GDK), que aumenta o número de possibilidades projetadas para o Google Glass, incluindo funções que não se limitam às restrições online.

Pelo GDK, os programadores poderão construir apps no modo offline e direto no hardware do próprio Glass, o que deve garantir uma experiência ainda mais intuitiva ao usuário. De acordo com o The Verge, o objetivo é fazer com que mais desenvolvedores, tanto os de Android quanto os independentes, produzam utilidades que possam realmente ajudar as pessoas no dia a dia, em vez de tornar os óculos um produto descartável e sem muito carisma – como é o caso do relógio Galaxy Gear, da Samsung.

Futuro

Desde que foi anunciado em abril de 2012, o Google Glass é considerado como a grande aposta no mundo da tecnologia para os próximos anos. Mesmo tendo conquistado, em sua maioria, setores especializados de áreas como medicina, ciência, fotografia e negócios, os óculos irão sim decolar quando forem lançados para o público geral, segundo dados da empresa de pesquisas BI Intelligence.

Analistas da companhia acreditam que, após o lançamento do gadget, 21 milhões de unidades serão vendidas por ano até 2018. Se cada peça for vendida por US$ 500 (cerca de R$ 1.300), o Google deve lucrar cerca de US$ 10,5 bilhões anualmente. Resta esperar até o ano que vem, quando o Glass finalmente chegar para todos os usuários.

 

Fonte: Canal Tech

Energia renovável é a nova aposta da Google

google-purchase-happy-hereford-wind-farm-texas-1(Imagem: Valard LP)

Muitas empresas atualmente buscam fontes de energias alternativas e que não poluam o ambiente. Entre as empresas com essa responsabilidade ambiental, a Google apresentou o projeto para produção de energia eólica na fazenda “Happy Hereford”, no Texas, Estados Unidos. A usina será capaz de produzir 240 megawatts, o suficiente para abastecer mais de 71 mil famílias norte-americanas.

Apesar de representar quase a metade da produção sustentável total da Google, a energia não será utilizada nos servidores de dados localizados no estado. Por conta da estrutura do mercado, toda a produção da usina será vendida no comércio local do Texas, garantindo à empresa um certificado de energia renovável que compensará a utilização da empresa de fontes de energia poluentes.

Esta será a quinta usina sustentável construída pela Google nos últimos cinco anos, e a captura energética através da força dos ventos já é realizada nos estados norte-americanos de Iowa, Oklahoma e Carolina do Norte, além de em uma fazenda eólica na Suécia, que mantém ativos os servidores da empresa na Finlândia.

 

Fonte: Tecmundo

Finally, YouTube Upgrades Its Comments

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The comments under YouTube videos are not exactly renowned as a location for rigorous intellectual debate, and chances are they never will be. But the Google-owned video service is now taking steps to bring more important and useful comments to the fore — and to let the channel owner automatically delete comments with certain words.

“There’s a lot of room for improvement,” said Nundu Janakiram, YouTube product manager, when asked about the current state of comments. “So comments will soon become conversations that matter to you.”

YouTube already offers a “top comments” section for the most upvoted comments, but they can still often be irrelevant to the video in question. Starting this week on channel pages, and rolling out slowly to video pages by the end of the year, reverse chronological comments will fall away entirely.

You’ll start to see a new set of comments rise to the top: those by the video’s creator, “popular personalities” (i.e., YouTube celebrities), “engaged discussions” with a long thread, and people you know and interact with — both on YouTube and Google+.

So no two users’ YouTube comments section will look quite the same, and Google will be offering another reason for you to use its still-not-quite-popular social network. (You’ll be able to post YouTube comments to Google+ automatically, along with the video, by checking a box.)

The Google+ integration also allows you to post a comment that will only appear within a given social circle. And if you’re not keen on circles, you can select specific users who will be the only ones to see the comment. In other words, you and your friends can have your very own YouTube comments section, and make it as dumbed-down or intellectual as you like.

Finally, channel owners will get the ability to create a blacklist of certain words that they don’t want to see appearing in the comments under those videos. Comments containing those words will be sent to purgatory, pending moderation.

 

Source: Mashable

Claude Debussy é homenageado em doodle do Google

Imagem: Reprodução/Google

Claude Debussy é homenageado nesta quinta-feira por um doodle animado, data em que completaria 151 anos. A página inicial do Google mostra uma típica cena europeia do começo do século XX para celebrar o nascimento do compositor francês.

O cenário noturno mostra bicicletas, carros antigos e um barco que passeia por um rio. Durante a animação, ao fundo, escuta-se acordes da obra para piano Clair de Lune, terceiro movimento da Suite Bergamasque. É possível perceber que, durante o trajeto, conforme os acordes da música, a iluminação dos postes muda.

Claude Debussy nasceu em 22 de agosto de 1862 na cidade de Saint-Germain-en-Laye e é considerado um dos principais expoentes do estilo impressionista na música. Aos nove anos, o então menino já demonstrava talento como pianista. Aos 11 anos, Claude Debussy foi mandado para o Conservatório Musical de Paris. Com 22 anos, ganhou um prêmio de música em Roma que rendeu uma bolsa de estudos em música clássica e alavancou a carreira do músico.

Influenciado pela obra do compositor alemão Richard Wagner, Claude Debussy teve seu nome ligado à música impressionista durante a carreira. Em 1890, ele criou Suite Bergamasque, que, entre outras obras, incluía Claire de Lune.

Claude Debussy foi condecorado cavaleiro da Legião de Honra do governo francês. Debussy morreu aos 55 anos em Paris, por conta de um câncer. A data da morte, 25 de março de 1918, coincidiu com uma das últimas grandes batalhas da Primeira Guerra Mundial.

Além de Clair de Lune, outras composições famosas do músico são Prélude à l’après-midi d’un Faune, La Mer  e a ópera Pelléas et Mélisande.


Sobre os Doodles do Google
O Google costuma comemorar datas importantes para a humanidade, como aniversários de invenções e personalidades ligadas à cultura e à política, por exemplo, com customizações do logo na página inicial do site de buscas.

O primeiro doodle surgiu em 1998, quando os fundadores do Google criaram um logotipo especial para informar aos usuários do site que eles estavam participando do Burning Man, um festival de contracultura realizado anualmente nos Estados Unidos.

O sucesso foi tão grande que hoje a companhia tem uma equipe de designers voltada especialmente para a criação dos logotipos especiais. Já foram criados mais de 300 doodles nos Estados Unidos e mais de 700 para o resto do mundo.

 

Fonte: Terra Tecnologia

Google set to unveil subscriptions for specialist YouTube videos

By Matthew Garrahan in Los Angeles and Andrew Edgecliffe-Johnson in New York

Google is on the verge of unveiling an à la carte subscription service for some of YouTube’s specialist video channels, to finance a broader range of content and add a second revenue stream to the digital video market leader.

The move, which has been in the works for months, could be announced as early as this week. It will apply to as many as 50 YouTube channels, people familiar with the plan say. Viewers will be able to subscribe to each channel for as little as $1.99 a month.

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The subscription service will enable channel operators to produce different content, such as TV shows and films, a person familiar with the plan said.

Advertising on YouTube and rival video sites has risen fast, but remains a fraction of television budgets. Digital video advertising will jump from $2.93bn to $4.14bn in 2013, eMarketer estimates, but will account for just 2.4 per cent of all ad spending.

YouTube claims the lion’s share of that revenue. Brian Wieser at Pivotal Research estimates that YouTube’s ad revenues will rise from $1.3bn in 2012 to $2bn this year and Bernstein Research said on Friday that its revenues could exceed $15bn “in the next several years”, roughly matching CBS or Viacom.

YouTube told the Financial Times that it had “nothing to announce” regarding channel subscriptions but was “looking into creating a subscription platform that could bring even more great content to YouTube for our users to enjoy and provide our creators with another vehicle to generate revenue from their content, beyond the rental and ad-supported models we offer”.

YouTube’s channel partners include Howcast, World Wrestling Entertainment, The Onion and Machinima – a network for gamers. It is unclear which channels have signed on to the new service.

Cable and satellite channels, which traditionally rely on a dual revenue stream model, are eyeing YouTube’s subscription service to generate revenue from older shows and new programming, according to another person familiar with the project.

YouTube has moved away from its early days as a destination for user-generated content to professionally produced video that would not look out of place on television. In the past 18 months it has spent more than $200m on advances to dozens of start-up channels.

The new channels have helped expand YouTube’s audience to 1bn users who watch 6bn hours of video each month. Every one of Ad Age’s 100 largest brands has advertised on the site.

“We’re seeing a myriad of brands increasing their media spend,” said Robert Kyncl, global head of content partnerships for YouTube.

Time Warner, The Chernin Group, Bertelsmann, Discovery Communications and Comcast have all invested in companies that create or aggregate YouTube content.

Traditional media companies are also eyeing audiences flocking to individual YouTube channels: DreamWorks Animation, the company behind the Shrek movies, this week acquired Awesomeness TV, a “teen-focused” YouTube network in a deal that could be worth $117m if earnings targets are met.

Subscription YouTube channels will compete with the likes of Netflix, the streaming service with more than 30m subscribers, and Hulu, owned by Walt Disney, News Corp and Comcast, which said last week it had surpassed 4m.

 

Source: The Financial Times