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Mais um livro de Matthew Quick vai virar filme

matthew-quickMatthew Quick (Divulgação)

Recém-lançado nos Estados Unidos, o novo livro de Matthew Quick, The Good Luck of Right Now (ainda sem título em português), já conta com uma adaptação cinematográfica em produção. Com direção de Jonathan Dayton e Valerie Faris, de Pequena Miss Sunshine, e roteiro de Mike White (Escola de Rock), o filme está atualmente em fase de escalação de elenco. A obra conta a história de quatro estranhos, unidos pela dor da perda, que embarcam em uma jornada e acabam formando uma nova família disfuncional. Os direitos de publicação do livro no Brasil pertencem à Intrínseca, embora não haja previsão de lançamento.

A editora publicará ainda outros dois livros de Quick: Boy21, lançado originalmente em março de 2012 nos Estados Unidos, e Sorta like a Rock Star, de maio de 2010. Matthew Quick também é autor de O lado bom da vida – cuja adaptação cinematográfica rendeu um Oscar para a atriz Jennifer Lawrence, além de ter recebido vários outros prêmios e indicações – e Perdão, Leonard Peacock.

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Fonte: Editora Intrínseca

Mostra em São Paulo exibe filmes do diretor francês Maurice Pialat

maurice-pialat-l-amour-existe-30-05-2007-3-gMaurice Pialat (Foto: Divulgação)

Até o dia 29 de dezembro, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) apresenta uma mostra sobre o diretor francês Maurice Pialat (1925-2003), ganhador da Palma de Ouro do Festival de Cannes, em 1987, com o filme Sob o Sol de Satã, e um dos principais cineastas da década de 1970. A mostra Cinema de Maurice Pialat é uma grande oportunidade para os cinéfilos conhecerem muitos dos filmes do diretor ainda desconhecidos no Brasil.

A exposição tem curadoria de Fábio Savino e apresentará todos os longas-metragens de Pialat, tais como Loulou (1980), Aos Nossos Amores (1983) e Van Gogh (1991), um de seus filmes mais conhecido e que retrata os últimos 61 dias na vida do pintor holandês.

No evento também serão exibidos seis curtas do diretor: O Mestre Galip, Bizâncio, Pehlivan – Os Lutadores Turcos, Istambul, O Chifre de Ouro e O Estreito de Bósforo, reunidos na sessão chamada curtas-metragens turcos.

Antes de ser cineasta, Pialat trabalhou como pintor e estudou na escola de Artes Decorativas de Paris. No cinema, ele foi grande expoente da pós-Nouvelle Vague francesa. Em seus filmes, os atores ganhavam destaque, com narrativas construídas de forma a valorizar a improvisação do elenco.

Na maioria de suas fitas, Pialat procurou sempre retratar personagens transgressores e deslocados da sociedade francesa. Já sua experiência como pintor pode ser notada na força das imagens que ele projeta na tela de cinema.

O preço dos ingressos varia entre R$ 2 e R$ 4. Mais informações sobre a mostra podem ser obtidas no site do CCBB.

 

Fonte: Agência Brasil

Festival do Rio 2013: Israelense ‘Os Lobos Maus’ é um conto de fadas macabro

Big-Bad-Wolves-2013(Imagem: Divulgação)

Com “Raiva, de 2010, a dupla israelense formada por Aharon Keshales e Navot Papushado mostrou talento ao explorar a psicose e os limites do sadismo e da maldade humana. Os Lobos Maus, novo trabalho dos talentosos cineastas, segue na mesma direção, mas com um conceito audacioso: transforma uma história de pedofilia, assassinato e vingança em um conto de fadas macabro.

Tudo começa com policiais interrogando agressivamente um homem, suspeito de ter sequestrado garotinhas da região. Um jovem filma a sessão de tortura e o vídeo acaba se tornando famoso, fazendo com que o suspeito seja liberado. Obcecado, um dos policiais segue o homem por conta própria. Mas ele não é o único. O pai de uma das vitimas também busca fazer justiça com as próprias mãos, levando os três a um bizarro encontro.

O roteiro do filme, escrito pela dupla de diretores, é inteligente e cria aos poucos um tom de fábula em que os seres humanos são os animais sem qualquer moral. Especialmente pelo uso da trilha sonora, pomposa e épica mesmo nos momentos mais banais, fica a impressão de que se trata de um terreno diferente, levemente surreal. A opção dos cineastas de não fornecer dados sobre o crime, por exemplo, contribui muito.

O caminho convencional para este tipo de longa seria: análise do crime, investigação policial e todo processo já visto exaustivamente nas últimas décadas. Os Lobos Maus, porém, está mais interessado em discutir a necessidade do vigilante, colocando um pai em busca de vingança e um policial em busca de redenção contra um homem que eles têm certeza ser o culpado.

A trama vai contra resoluções fáceis e mantem o espectador adivinhando, colocando propositalmente alguns fatos fora de ordem para que o desfecho não seja previsível. Repleta de humor negro e cenas violentas, Os Lobos Maus é um conto de fadas à moda muito, muito antiga.

Confira o trailer:
(legendas em inglês)

 

Fonte: Rolling Stone

Filme sobre pintor Auguste Renoir é aposta da França para o Oscar 2014

POSTER_RENOIR_1_altaCartaz do filme ‘Renoir’ (Foto: Fidelite Films/Arquivo AFP)

O filme francês Renoir, que retrata a vida do pintor impressionista Auguste Renoir na visão do diretor Gilles Bourdos, será sugerido pela França para as indicações ao próximo Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, anunciou nesta segunda-feira (16) o Centro Nacional do Cinema, em Paris.

O filme se passa em 1915, na Riviera Francesa, litoral sul do país, e relata a chegada do pintor Renoir (Michel Bouquet), que já sofre as doenças da idade, e de Andrée (Christa Théret), uma jovem que se converterá em modelo do artista e transtornará a vida de toda a família, incluindo a de Jean, filho (Vincent Rottiers) do artista.

Todos os anos, a Academia de Hollywood escolhe os cinco filmes que competirão na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, sobre um total de 60 ou 70 propostas de diferentes países. A próxima cerimônia de entrega do Oscar está marcada para o dia 2 de março. Até esta data, a Academia anunciará uma lista curta de filmes e, depois, a seleção final.

No ano passado, “Intocáveis”, de Eric Toledano e Olivier Nakache, foi escolhido para representar a França, mas não foi indicado pela Academia em 2013. O filme mostra a relação de amizade e companheirismo entre um tetraplégico milionário e um ex-presidiário negro e pobre.

Este ano, o Oscar da categoria foi para o austríaco “Amour”, de Michael Haneke, com Emmanuelle Riva e Jean-Louis Trintignant.

O último filme francês a ganhar a estatueta dourada de Melhor Filme Estrangeiro foi “Indochine”, de Regis Wargnier (1993), com Catherine Deneuve.

Assista o Trailer:

 

Fonte: G1

Blue Jasmine tem o maior lançamento da carreira de Woody Allen

Poster do filme.Poster do filme

“Blue Jasmine”, o novo filme de Woody Allen, está registrando um sucesso recorde na carreira do diretor.

Lançado há três semanas, o filme já arrecadou US$ 9,9 milhões, sendo uma das melhores bilheterias do ano entre os filmes de circuito limitado nos EUA. Motivada por este sucesso, a Sony Pictures Classics, produtora e distribuidora do filme, vai ampliar em 1 mil seu número de salas exibidoras nos EUA. Atualmente exibido em 229 salas, o filme chegará a mais de 1200 a partir desta sexta (23/8), marcando o maior número de cinemas que um lançamento do diretor já atingiu.

O maior sucesso da carreira de Allen, o filme “Meia-Noite em Paris” (2011), foi exibido em 1038 cinemas nos EUA.

“Blue Jasmine” é estrelado por Cate Blanchett (“O Hobitt: Uma Jornada Inesperada”) e Alec Baldwin (“Rock of Ages”) e conta a história de uma mulher rica (Blanchett) que, ao perder toda sua fortuna, se vê obrigada a morar com sua irmã (Sally Hawkins, de “Simplesmente Feliz”) em São Francisco, e acaba conhecendo um homem que pode resolver seus problemas financeiros.

O elenco também inclui Peter Sarsgaard (“Lanterna Verde”) e o comediante Louis C.K. (série “Louie”), e será lançado no Brasil apenas em 11 de outubro.

Confira o trailer:

 

Fonte: Pipoca Moderna

Documentário sobre Sebastião Salgado vai abrir Festival de Brasília

Pôster de divulgação

RIO – Já cobiçado por festivais estrangeiros, o filme baiano “Depois da chuva”, de Cláudio Marques e Marília Hughes, é um dos seis títulos que irão disputar o Candango de melhor ficção no 46º Festival de Brasília, entre os dias 17 e 24 de setembro. Divulgados nesta quarta-feira, os demais concorrentes, todos inéditos, são “A estrada 47 (a montanha)”, de Vicente Ferraz (RJ); “Avanti popolo”, de Michael Wahrmann (SP), que traz no elenco o diretor Carlos Reichenbach, morto em 2012; “Exilados do vulcão”, de Paula Gaitán (RJ); “Os pobres diabos”, de Rosemberg Cariry (CE); e “Riocorrente”, de Paulo Sacramento (SP). O documentário “Revelando Sebastião Salgado”, de Betse de Paula, abre a maratona, em caráter hors-concours.

Na competição de documentários — à exceção de “Hereros Angola”, de Sergio Guerra (BA), exibido fora de concurso no Cine PE —, os filmes também são inéditos. Estão na briga “A arte do renascimento — Uma cinebiografia de Silvio Tendler”, de Noilton Nunes (RJ); “Morro dos Prazeres”, de Maria Augusta Ramos (RJ); “O mestre e o divino”, de Tiago Campos (PE); “Outro sertão”, de Adriana Jacobsen e Soraia Vilela (ES); e “Plano B”, de Getsemane Silva (DF). O festival recebeu 480 inscrições.

A mostra competitiva de curta metragem de ficção reúne “Au revoir”, de Milena Times; “Fernando que ganhou um pássaro no mar”, de Felipe Bragança (roteirista de “O céu de Suely”, do diretor Karim Ainouz) e Helvécio Marins Jr.; “Lição de esqui”, de Leonardo Mouramateus e Samuel Brasileiro; “Sylvia”, de Artur Ianckievicz; “Todos os dias em que sou estrangeiro”, de Eduardo Morotó; e “Tremor”, de Ricardo Alves Jr.

Os curtas de documentário são “A que deve a honra da ilustre visita este simples marquês?”, de Rafael Urban e Terence Keller; “Carga viva”, de Débora de Oliveira; “Contos da Maré”, de Douglas Soares; “Luna e Cinara”, de Clara Linhart; “O canto da Lona”, de Thiago Brandimarte Mendonça; “O gigante nunca dorme”, de Dácia Ibiapina.

Na categoria curtas de animação, concorrem “Deixem Diana em paz”, de Julio Cavani; “Ed.”, de Gabriel Garcia; “Engole ou cospervilha?”, de Marão, David Mussel, Pedro Eboli, Fernanda Valverde, Jonas Brandão, Giuliana Danza, Gabriel Bitar e Zé Alexandre; “Faroeste – Um autêntico western”, de Wesley Rodrigues; “Quinto andar”, de Marco Nick; e “RYB”, de Deco Filho.

 

Fonte: O Globo