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Office politics: Microsoft comes back to reality

2014-03-26_22-57-17.0_standard_800.0Satya Nadella, Microsoft’s CEO (Photo @ The Verge)

On his 52nd day as Microsoft’s chief executive officer, Satya Nadella took the stage to present the world as Microsoft sees it. Life today, Nadella said, is “mobile-first and cloud-first.” As Nadella tells it, Microsoft is uniquely positioned to thrive in that world — because it alone understands the needs of people, their employers, and the developers who build devices for both. “That’s where we’re headed together,” he wrote in a blog post after the event. “Into a world where the devices you love work with the services you love in a way that IT and developers love.”

A WORLD WHERE MICROSOFT CAN LEAD AGAIN

Left unsaid is that the world Nadella describes is also one in which Microsoft, after years of chasing the tectonic shift to mobile devices, can lead again — by helping other businesses navigate the shift to mobile devices that threatened to derail Microsoft itself. Former CEO Steve Ballmer saw Windows as the center of the world, and the story of Microsoft was the operating system’s unstoppable march around the globe. At a small news event in San Francisco today, Nadella formally acknowledged a changed world: one where our computing is more likely to be done on a device made by a competitor than one branded with the Microsoft logo. “There is no trade-off; it’s reality for us,” Nadella said as he pledged to bring Microsoft services to customers whatever platform they use. “What motivates us is the realities of our customers.”

Microsoft’s reality check has so far been a hit with investors and consumers, who lit up Twitter in response to the event’s marquee news: the belated arrival of Office for iPad, which brings the company’s iconic productivity suite to tens of millions of Apple users. But the demonstration quickly moved on to products of interest mostly to enterprises and information-technology professionals: Enterprise Mobility Suite, a kind of Facebook Connect for businesses that manages employees’ devices and data access; and (gulp) Microsoft Azure Active Directory Premium, which lets businesses create online portals for employees to download apps for work.

And after four years of other developers building productivity tools for tablets, even Office for iPad feels more like an enterprise offering than a consumer one. At $99 a year for access to Office 365, which grants you access to Office applications on any platform you like, the software is positioned as an industrial-grade tool that you’d be unlikely to purchase without a vital business need.

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Julia White

But in a nod to those “realities” Nadella spoke of, you can use Office to read and present your documents for free. “We want to make sure that everyone can have a taste of what Office is great for, and why people love it,” said Julia White, Office’s general manager, in an interview with The Verge. “But we also wanted to add value for our Office 365 subscribers. We felt like that was the right balance.” It’s a move that’s both more practical and more aspirational than we have seen from Microsoft in some time: a vision of a world where Microsoft thrives even when Windows is not at the center of it, and even if its own phones and tablets remain also-rans compared to devices running Android and iOS.

Microsoft under Nadella appears poised to remain a highly visible consumer brand, driven by customer loyalty to products like Office, Xbox, and Skype. (Next week, at the Build conference, we’ll hear more about the future of Windows — and perhaps more about where Nadella’s strategy leaves Windows 8 and Windows Phone, which can no longer rely on exclusive Office access to lure customers.) Notably, in his first major address as Microsoft’s CEO, Nadella scarcely mentioned any of those things. Instead he focused on Office and enterprise tools, a sign that this company will increasingly make its profits from selling tools to other businesses. There may not be a lot of excitement around “enterprise mobility,” but there are significant profits to be made there — and Microsoft, with the products it announced today, is primed to reap them.

Nadella appeared calm and smiling throughout the event, and in a further show of confidence, hung out for a few minutes afterward to take questions from journalists. (Most of them wanted to know why Office for iPad had taken so long.) When a reporter asked how all these changes would affect Microsoft’s bottom line, Nadella said he “would leave it to Wall Street to do the analysis.” But make no mistake — Nadella has already made his analysis. More than its peers, the company’s future lies in the intersection of work and play. And if it’s still not totally clear how Nadella will get Microsoft there, he may have at least identified a winning direction.

 

Source: The Verge

Lote de 59 gravações inéditas dos Beatles será colocado à venda

Por Alexander Winning

beatles_record(Foto: Enrique Marcarian / Reuters)

Gravações inéditas de 59 músicas dos Beatles serão colocadas à venda pela primeira vez na terça-feira, quando a Apple Records vai disponibilizá-las para download.

A Apple, selo fundado pelos Beatles em 1968, disse que irá divulgar uma série de faixas do início dos anos 1960 que estavam disponíveis anteriormente apenas como gravações piratas.

Entre as canções a serem vendidas no iTunes, estão versões de “She Loves You”, “A Taste of Honey” e “There’s a Place”, assim como demos, gravações descartadas no processo de edição e apresentações ao vivo para a rádio BBC.

Uma porta-voz da Apple Records não forneceu detalhes sobre o momento do lançamento, nem comentou a especulação de que o objetivo era estender os direitos autorais sobre o material.

Em 2011, a União Europeia decidiu que os direitos autorais sobre gravações sonoras podem ser estendidas de 50 para 70 anos a partir do próximo ano, mas apenas para gravações lançadas antes desse prazo de 50 anos vencer.

A maior parte das faixas dos Beatles que estarão disponíveis para download na terça-feira foi gravada para a BBC em 1963, mas não havia sido divulgada.

 

Fonte: Reuters Brasil

Retrospectiva: Apple é condenada por conspiração sobre ebooks

66208120757-apple(Imagem: Divulgação)

Julho não foi um bom mês para a Apple. Além do lucro menor e de um ataque ao seu site para desenvolvedores, a empresa foi considerada culpada pela Justiça dos E.U.A por conspiração para inflar os preços de ebooks na época do lançamento da iBookstore, em abril de 2010, quando Steve Jobs ainda estava no comando.

O governo americano acredita que a Apple coagiu as editoras a aumentarem os preços de seus ebooks como uma tentativa de mudar o modelo de negócios da indústria e enfraquecer a posição da Amazon no mercado. “Os autores mostraram que a Apple conspirou para elevar o preço dos livros eletrônicos com várias grandes distribuidoras americanas”, afirmou a juíza Denise Cote na decisão. A multa da Apple por violar a legislação antitruste será fixada em um novo julgamento.

De acordo com a acusação, a Apple combinou com as editoras a mudança do modelo de venda que na época, com o mercado dominado pela Amazon, novidades e best-sellers custavam 9,99 dólares. Pelo novo sistema, os preços dos livros mais vendidos passaram a variar entre 12,99 a 14,99 dólares, com 30% de comissão para a Apple.

Conforme fechavam acordo com a empresa fundada por Steve Jobs, as editoras passaram a pressionar a Amazon a adotar o mesmo modelo. Segundo alegou o governo americano, a Apple foi o “cérebro” de uma conspiração que a indústria editorial organizou contra a Amazon, algo que custou aos consumidores centenas de milhões de dólares.

Cinco editoras, a Hachette, Penguin, Random House, Harper Collins e Simon & Schuster, tiveram de pagar multas de cerca de 168 milhões de dólares até o momento e especula-se que a Apple será obrigada a desembolsar 500 milhões por ser considerada a líder da conspiração.

As editoras citadas fizeram acordos, mas a Apple decidiu apelar da decisão, insistindo que não admite ser acusada de algo que não fez. Julgamentos separados serão realizados no futuro para determinar o quanto cada empresa deve pagar aos usuários.

 

Fonte: Dual Pixel

Filme de 1999 retrata início da carreira de Bill Gates e Steve Jobs

Piratas-de-Silicon-ValleyImagem: Divulgação

Piratas da Informática: Piratas do Vale do Silício” (Pirates of Silicon Valley) — filme de 1999 feito para a TV americana — conta a história de uma revolução que ninguém esperava. Em uma trama que mistura esforço, imaginação e intriga, o filme apresenta o início da trajetória de Steve Jobs e Bill Gates.

Aos 56 anos, em 5 outubro de 2011, Steve Jobs morreu devido a um câncer no pâncreas. Nascido na Califórnia, Jobs foi cofundador da Apple e comandou a empresa por anos.

No fim da década de 1970, desenvolveu os seus primeiros computadores pessoais. Em meados dos anos 1980, saiu da Apple para fundar a NeXT, voltando apenas na década de 1990.

Nascido em Seattle, no dia 28 de outubro de 1955, Bill Gates não traz com seu nome apenas uma das maiores fortunas do mundo, ao lado de Steve Jobs, o presidente da Microsoft contribuiu para o desenvolvimento da tecnologia, principalmente em softwares para PCs (computadores pessoais).

Visto por alguns como um “cybercapitalista” responsável por programas defeituosos, para outros, o autor de “A Estrada do Futuro” é o símbolo da “vitória nerd”, um garoto de óculos com caspa e acne que é reconhecido mundialmente como um visionário.

Confira o Trailer

 


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Piratas da Informática

Elenco: Anthony Michael Hall, Noah Wyle
Diretor: Martyn Burke
Estúdio: Warner Home Video
Duração: 96 minutos


 

Fonte: Livraria da Folha

Mouse de Steve Jobs é encontrado em cápsula do tempo perdida

the-new-cover-of-the-steve-jobs-biographyO então jovem, Steve Jobs

Na semana passada, a equipe do programa “Diggers” (Escavadores), veiculado no canal da National Geographic, conseguiu encontrar a “Cápsula do Tempo de Steve Jobs”, perdida há 30 anos em algum lugar da cidade de Aspen, nos EUA. A boa notícia é que um dos itens mais procurados foi encontrado em bom estado: o mouse que Steve Jobs usava no Lisa, um dos primeiros computadores da Apple.

A cápsula do tempo foi enterrada nos idos de 1983, durante cerimônia de encerramento de uma conferência de design da qual o ex-CEO da Apple participou. Na época, foi solicitado que cada um dos palestrantes escolhesse um objeto para ser colocado dentro do tubo que foi em seguida coberto por terra.

A ideia original era a de desenterrar a tal cápsula em 2000, mas, por motivos desconhecidos, isto não foi feito. Anos depois, quando a organização finalmente decidiu procurá-la, perceberam que não mais sabiam a sua localização exata. Mas aí a equipe do “Diggers” entrou na jogada.

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A cápsula foi finalmente encontrada e desenterrada na semana passada. Na ocasião, a equipe notou que não poderia retirar os objetos de dentro do tubo imediatamente, uma vez que, depois de três décadas embaixo da terra, a condição dos itens era desconhecida.

De acordo com o site CNET, que cobriu com afinco o processo de busca e abertura da “Cápsula do Tempo de Steve Jobs”, o mouse de Jobs estava escondido em meio a dezenas de outros objetos. Segundo imagens obtidas pelo site, a peça se encontra em bom estado, mas ainda não se sabe se poderia funcionar.

Apple-Lisa-MouseAlém do mouse, foram encontrados ainda um disco com um mapa em 3D da cidade de Aspen, dois cubos de Rubik e várias fitas VHS. Outros itens que também estavam na mira dos escavadores eram as seis latas de cerveja que foram colocadas na cápsula por Harry Tague, presidente da conferência.

Bom, segundo a CNET, as cervejas da marca Ballantine foram encontradas em boas condições. Mas o site não soube informar se algum membro do programa arriscou abrir uma delas para se refrescar. E foi justamente tendo este objetivo em mente que Tague decidiu colocá-las na cápsula: “O cara que desenterrar isso aqui estará suado e irá apreciar uma cerveja.”

 

Fonte: Info Exame

Apple wins last-minute reprieve to sell older iPhones and iPads

Apple iPhone 4

Apple would have had to stop importing and selling the iPad 1 and 2 for AT&T and the iPhone 4 for AT&T and T-Mobile, among other products, if U.S. Trade Representative Michael Froman hadn’t stepped in today to veto a U.S. International Trade Commission ban on them.

The ITC ruled on June 4 that Apple had infringed on Samsung patents dealing with 3G transmissions.  It would have taken effect after a 60-day waiting period if the Obama administration didn’t overturn it. Froman did so, he said, based on the order’s impact on “competitive conditions in the U.S. economy and the effect on U.S. consumers”. He added, though, that the veto “is not an endorsement or a criticism” of the ITC. It also leaves open the opportunity for Samsung to “continue to pursue its rights through the courts”.

This is one of several patent infringement charges that Apple and Samsung have flung at each other. Apple had argued that the patents in this case governed essential services, which would require Samsung to license them on generous terms. Apple praised the administration for “standing up for innovation in this landmark case”, CNBC reports. Samsung says it was disappointed with the decision adding that it “has been negotiating in good faith and that Apple remains unwilling to take a license”.

 

Source: Deadline New York